FAQ

Perguntas frequentes sobre regularização de imóveis

Tire suas dúvidas sobre prazos, custos e o processo de regularização em Jundiaí.

Sim. Imóveis antigos costumam ser os casos mais favoráveis: podem se enquadrar na Lei da Anistia municipal e a contribuição do INSS pode estar extinta pela decadência (obras concluídas há mais de 5 anos com comprovação). Cada caso exige análise técnica.
Depende da complexidade: em média, o processo completo (Prefeitura + INSS + cartório) leva de 4 a 12 meses. Processos simples de Habite-se ou averbação podem ser mais rápidos.
O custo total soma: honorários de assessoria e projeto, taxas municipais (protocolo, análise e vistoria, conforme o Manual de Taxas da Prefeitura), eventual contribuição ao INSS e emolumentos do cartório. Fornecemos um orçamento detalhado e transparente após a análise inicial gratuita.
Juridicamente só é possível vender o que consta na matrícula. Se a construção não está averbada, o comprador não consegue financiamento e o imóvel perde valor. Regularizar antes de vender quase sempre compensa financeiramente.
É a exigência técnica emitida pela Prefeitura durante a análise do projeto. Nós recebemos, interpretamos e respondemos cada comunique-se até a aprovação — você não precisa se preocupar.
Sim, essa divergência é o sinal clássico de construção não averbada e trava financiamentos. A solução é o ciclo completo: regularização na Prefeitura → Habite-se → CND INSS → averbação.
Nossa especialidade é Jundiaí, mas atendemos toda a região: Várzea Paulista, Campo Limpo Paulista, Jarinu, Itupeva, Louveira, Vinhedo e Cabreúva.
Não. Com uma procuração simples, cuidamos de todos os protocolos e acompanhamentos. Você só assina os documentos necessários.

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Fale com a gente e receba uma análise inicial gratuita do seu imóvel.